CONSENTINO, Amadeu

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(Séc. 20). Comerciantes que atuaram no ramo de venda e conserto de relógios. Mantinham relojoaria à rua do Comércio (atual Governador Pedro de Toledo), n° 88. Em 1941 Amadeu Consentino anunciava em jornal local que estava “à disposição dos interessados na relojoaria Gatti”. Um ancestral dos Consentino, Biájio Antônio Consentino, fez parte do quadro inicial de associados da Sociedade Italiana de Mútuo Socorro de Piracicaba e foi designado na segunda reunião desta, em 1898, para, juntamente com outros cinco sócios, redigirem o estatuto da mesma. Vários membros da família Consentino dão nome a ruas piracicabanas: rua Humberto Consentino, no Jardim Nova América; Maria de Lurdes Silveira Consentino, em Vila Prudente; Mário Consentino, na Chácara Nazareth 2. Além de Consentino, o ramo de consertos e vendas de relógios contou com numerosos outros profissionais em Piracicaba desde o século 19, com predomínio de italianos e seus descendentes. A mais antiga lista de relojoeiros (Camargo, 1900) menciona os Consentino, mais os seguintes: Domingos Barros, no Largo Municipal (atual Praça Tibiriçá); Nicolau Castronovo, rua do Comércio nº 99; Amleto Borgo Cavatti, rua Alferes José Caetano; Lázaro Franco de Godoy, rua do Comércio nº 52; João Guidi, rua Prudente de Moraes; Júlio Miller, rua Prudente de Moraes; Camilo Pigeard, rua do Comércio; Otto Ruhuk, rua do Comércio; Donato Tullio, rua do Comércio, 110; e Adolpho Woltzenlogel, rua Direita (atual Moraes Barros). A outra antiga relojoaria de Piracicaba, a relojoaria Provenzano, liga-se provavelmente o nome de Salvatore Provenzano, sócio da Sociedade Italiana de Mútuo Socorro de Piracicaba desde a fundação desta, tendo participado em 1898 da primeira assembléia geral. Na primeira metade do século vinte, há notícia do funcionamento da relojoaria Gatti, à r. Governador Pedro de Toledo, nº 106, de Gatti e irmão; da relojoaria Caruso, de João Caruso, à rua Governador Pedro de Toledo, nº 136; da relojoaria Consolmagno, à rua Governador Pedro de Toledo n° 126; da relojoaria de Francisco Puzzi, à rua Governador Pedro de Toledo, n° 122; da relojoaria Loprete, de Caetano Loprete, à rua Moraes Barros, esquina da rua Governador Pedro de Toledo; e da Casa Gallina, de Pedro Gallina, à rua Governador Pedro de Toledo, n° 925. O Guia de Camargo e Navarro (1958) refere-se a uma dúzia de relojoarias: Acácio, à rua Boa Morte, n° 1164; Amaral, rua Moraes Barros, n° 1223; Catedral, rua Boa Morte n° 1113; Franco, rua São José, nº 969; Gatti, rua Governador Pedro de Toledo, esquina da rua Moraes Barros; Jóia, rua Governador Pedro de Toledo, nº 1124; Alberto Muller Schirmer, rua Prudente de Moraes, nº 612; Novaes, rua do Rosário, nº 435; Onishi, rua Governador Pedro de Toledo, n°1126; Rubi, rua Governador Pedro de Toledo, nº 1024; Suíça, Praça Antônio Prado, 2198, estação da Paulista; e São João, rua do Rosário nº 676. Outras relojoarias são mencionadas em Righetto (1966): Mori, rua 15 de Novembro, nº 847; Plats, rua Governador Pedro de Toledo, n° 887; Scarpari, av. Rui Barbosa, nº 536; Tedesco, rua São José, nº 582; e Oficina Especializada Scheide, rua Rangel Pestana, nº 986. (V. Cosentino, Umberto Silveira.)


Pfromm Netto, Samuel, 1932-2012. Dicionário de Piracicabanos / Samuel Pfromm Netto. — 1. ed. — São Paulo : PNA, 2013.