CARVALHO, Antônio Alves de

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Em-presário, engenheiro e político. N. Rio de Janeiro, RJ, 22.7.1856, f.? Presidiu a Companhia Brasil, constituída em 1900 (a participação pública da sua criação data de 26.6, de acordo com Guerrini, 1970), que incorporou o Engenho Central de Monte Alegre, a Fábrica de Tecidos Piracicaba (e o palacete de Luiz de Queiroz, à rua Prudente de Moraes). A gerência da companhia coube ao engenheiro Manuel Buarque de Macedo (v.). Por ocasião da sua aquisição, o engenho de açúcar de Monte Alegre, surgido em 1889, produzia três mil sacas de açúcar, produção que cresceria para 40 mil sacas por volta de 1910. Em 1907, o engenho presidido por Carvalho contava com um capital de 750 mil contos de réis e 350 operários; a fábrica de tecidos, com um capital de 1.800 contos de réis e 300 operários, de acordo com Negri (cit. em Elias Netto, 2000). Em 1910 Pedro Morganti (v.) adquiriu o Engenho Central de Monte Alegre. A fábrica de tecidos e o palacete permaneceram por algum tempo como propriedades do Banco da República do Brasil, que acabou por vendê- los a Rodolfo Nogueira da Rocha Miranda (v.).


Pfromm Netto, Samuel, 1932-2012. Dicionário de Piracicabanos / Samuel Pfromm Netto. — 1. ed. — São Paulo : PNA, 2013.