BRAIÃO, João

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(Séc. 19-20). Comerciante. C.c. Luiza Spolidório. Ff.: Odila, Carlina, Maria (Mariquinha), Helena, Santo (Tinha), Aristides (Bilo), Jonas, Denis. Proprietário de armazém na esquina das avenidas Rui Barbosa e Dr. Morato, inicialmente junto à saída para São Paulo, Rio Claro e Limeira, em Vila Rezende. Quando jovem, o filho Santo trabalhou com o pai no armazém. Pai e filho destacaram-se como esportistas no jogo de bocha ou “bocce”, de origem italiana, em partidas disputadas no bar e restaurante Papini, na primeira metade do século vinte. Disputado com bolas de madeira, segundo Aldrovandi (1991) “havia verdadeiros campeões neste jogo, com execução de jogadas incríveis, que eram cantadas antes de fazê-las”. Menciona vários outros jogadores de prestígio, além dos Braião, como Domingos José Aldrovandi (v.), João Beccari (v. Becari, família), José Bertini (v.), Titim Betoni, Bonsi (Vinagre), Jordão Bôscolo, Vicente d’Stefano, Joane Ferrazzo, os Mazzonetto (v., António, Domingos, Francisco, João, Luiz e Ricardo), os Martins (Orlando, Paulo e Wolney, v. Martins, Jordão), Alfredo Pelissari, José Pinazza (Zé Polenta) e Sílvio Zílio.



Pfromm Netto, Samuel, 1932-2012. Dicionário de Piracicabanos / Samuel Pfromm Netto. — 1. ed. — São Paulo : PNA, 2013.