BOTELHO, André Sampaio

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(Séc. 18). Faz parte do grupo de pessoas que ganharam sesmarias na região de Piracicaba, nas últimas décadas do séc. 18. É mencionado por Neme (1974), juntamente com Joaquim Barbosa da Silva, Luiz Botelho de Freitas e Manuel da Silva Collares, como autores de um pedido de concessão de “duas léguas em quadra, distância de sete léguas da vila de Itu, fazendo pião ou centro no rio Capivari, sobre um salto, achando- se as sobreditas terras entre as estradas que vão da Vila para o povoado de Piracicaba e freguesia de Campinas, em meio mais ou menos”. O pedido acrescenta que “o pião... coloca essas terras margeando o rio pelo lado direito, em ponto mais próximo do sítio da futura Monte- Mor”. Neme informa ainda que o citado Barbosa da Silva, mais José António de Oliveira e Joaquim Duarte do Rego, receberam em 1785 “três léguas de testada e quatro de sertão, a partir da sesmaria de André Sampaio Botelho e outros, pelo Capivari abaixo, da parte dalém do rio”, pretendendo, talvez, ligar a parte que lhes coube nessas terras à que anteriormente coube a Botelho e outros. De acordo com a fonte citada, na década de 1780-89 apenas 13 sesmarias foram concedidas na região de Piracicaba, mas o número de concessões foi bem maior na última década do século 18.



Pfromm Netto, Samuel, 1932-2012. Dicionário de Piracicabanos / Samuel Pfromm Netto. — 1. ed. — São Paulo : PNA, 2013.