FILIPPINI, Ângelo, Comendador

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(Séc. 20). C.c. Constância Lazzari Filippini. Ff.: Benito, Myllos, Newton. Usineiro, administrador. Titular da Coletoria Federal da Vila Rezende, onde residiu, destacou-se nos negócios e na sociedade piracicabana de meados do século vinte. Usineiro bem sucedido, começou como funcionário do Engenho Central. Pertenceu à Loja Maçônica Piracicaba, onde atuou durante quase quarenta anos e na qual deu sobejas provas do seu espírito filantrópico. Segundo Leandro Guerrini no Jornal de Piracicaba, “Ângelo Filippini foi trabalhador autêntico, despojado de interesses. Não era de muita conversa, mas agia, e agia com inteligência. Agia nos momentos oportunos e sabia valer suas opiniões, sempre coroadas de bom senso. Possuía visão segura dos problemas... Um excelente companheiro. Sempre recusou cargos eletivos ou de nomeação... Era um genuíno batalhador das causas em pauta” (L. Guerrini). Ligado a várias entidades importantes, fez parte da primeira diretoria da Associação Atlética Sucrerie (1914), que se converteu no Clube Atlético Piracicabano. Existe uma rua Ângelo

Filippini no Jardim Nova Iguaçu, paralela à Rodovia do Açúcar.



Pfromm Netto, Samuel, 1932-2012. Dicionário de Piracicabanos / Samuel Pfromm Netto. — 1. ed. — São Paulo : PNA, 2013.