CAMPOS, António Machado de

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(Séc. 19). Fazendeiro, coronel. Segundo Alleoni (2003), proprietário de uma grande fazenda no bairro de Água Santa, cuja decadência influiu no resto do povoado. Na “Gazeta de Piracicaba” de 5.2.1896 um anúncio da fazenda Água Santa, oferecendo a possíveis meeiros “terras apropriadas para plantação de cana”, referia-se a outros Machado: o administrador da fazenda, Moisés Machado de Barros, e João de Barros Machado, que assinava o anúncio. Na relação de lavradores piracicabanos divulgada por Camargo (1900), não figura o nome de António Machado de Campos, mas constam os de João Machado de Campos, Bernardo da Rocha Campos e João Balduino de Campos, todos lavradores que aparecem em registro da Câmara Municipal como pagantes de “impostos de café, de açúcar ou de aguardente”. Alleoni refere-se a Teófilo do Amaral Campos e João Tobias Aguiar e Campos como participantes, em Rio das Pedras, de uma relação dos agricultores responsáveis pelos maiores índices de produção de café, com 105 mil e 90 mil quilos, respectivamente, pagantes de impostos de 210$000, no primeiro caso, e de 180$000, no segundo.


Pfromm Netto, Samuel, 1932-2012. Dicionário de Piracicabanos / Samuel Pfromm Netto. — 1. ed. — São Paulo : PNA, 2013.