BARROS, José Fernandes (Fernando) D’Almeida

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(Séc. 19). Capitalista, um dos que mais pagavam impostos em Piracicaba, na passagem do século (Camargo, 1900). Em Vitti (1966), seu nome aparece com um “Júnior” no fim. Foi vereador de 1877 a 1880 e de 1883 a 1886 (Moratori, 2004). Elegeram-no provedor da Santa Casa de Misericórdia de Piracicaba em julho de 1877, então às voltas com graves problemas financeiros, a ponto de ser proposto o seu fechamento. As medidas severas que tomou e os recursos que conseguiu obter fizeram com que a crise fosse superada. Ao fim do seu mandato, o provedor “mereceu da Irmandade um voto de louvor em reconhecimento pela sua extraordinária atuação” (Cambiaghi, 1984). Em 1873, Luné e Fonseca referiam-se a dois Almeida Barros que faziam parte da Guarda Nacional em Constituição (mais Tietê, Santa Bárbara e São Pedro): o coronel Alexandre Luiz de Almeida Barros, comandante superior, e o alferes Pedro de Almeida Barros, à frente da 2ª Companhia do 12º Batalhão Infantaria da Ativa. Tanto o coronel Alexandre como Luiz Antônio de Almeida Barros são listados pela fonte citada como fazendeiros piracicabanos.


Pfromm Netto, Samuel, 1932-2012. Dicionário de Piracicabanos / Samuel Pfromm Netto. — 1. ed. — São Paulo : PNA, 2013.