AMARAL, Francisco Florêncio do

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(Séc. 19). Capitão, fazendeiro e vereador. Proprietário de engenho de açúcar em Constituição, faz parte das listas de pessoas e estabelecimentos produtivos preparadas pela Câmara Municipal em janeiro de 1854 e janeiro de 1861. Em 1829-30 foi Secretário da Câmara. Vereador em 1843-44, figurou igualmente, como “vereador dos mais notáveis”, em documento da Câmara datado de 1854, e assim também na vereança de 1857. Fez parte do grupo de quatro juízes de paz nomeados para o distrito Norte de Constituição em setembro de 1852. Em 1857 é apontado como um dos confinantes do rossio (perímetro urbano) de Constituição, segundo documento do Cartório do 2º Ofício, referido por Krähenbühl (1955). O “Almanach” paulista de 1858 cita-o como um dos catorze eleitores da vila. Um ato do presidente da província nomeou-o a 30.11.1870 como suplente de juiz municipal e de órfãos do termo de Constitui- ção. Em 1873 já era falecido, passando sua fazenda a ser propriedade da viúva, de acordo com o “Almanak da Província de São Paulo” desse ano. Denomina-se Francisco Florêncio do Amaral uma rua da Vila Independência, junto à av. Prof. Alberto Vollet Sachs.



Pfromm Netto, Samuel, 1932-2012. Dicionário de Piracicabanos / Samuel Pfromm Netto. — 1. ed. — São Paulo : PNA, 2013.