ALMEIDA, Jaime Pinto de

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(Séc. 19). C. em 1863 c. Antónia Ferraz de Arruda Pinto, f. de Fernando Ferraz de Arruda (v.). Foi pai de José, Luiz, Maria Clotilde e Antônio Pinto de Almeida Ferraz (v.). Capitalista, banqueiro, comerciante, tenente. Proprietário da casa bancária piracicabana de que se valia o poder público municipal, para fazer frente às suas despesas, em 1894. Guerrini (1970) menciona-o como “pessoa muito benquista em Piracicaba”, ainda nos começos do século vinte. Foi um dos signatários do “primeiro brado republicano” de Piracicaba em 1876, entusiástica manifestação de solidariedade ao recém-surgido Partido Republicano, enviada ao jornal “A República”, da capital federal. No “Almanak da Província de São Paulo para 1873” seu nome consta como um dos proprietários de uma loja de fazendas em Constituição, pertencente a “Jaime Pinto de Almeida & Companhia”. Em 1883 (25.1) foi nomeado diretor da Companhia Ituana, posteriormente Estrada de Ferro Sorocabana. Pinto de Almeida aparece ainda na relação dos responsáveis pelo 12º Batalhão de Infantaria da ativa, integrante da Guarda Nacional, tendo por sede “a cidade de Constituição, a vila de Santa Bárbara e a freguesia de São Pedro”. O “Almanak da Província de São Paulo para 1873” inclui seu nome, na condição de alferes secretário, na parte relativa a Constituição. Recebeu o título de irmão Benemérito da Santa Casa local, durante a provedoria de Antonio Teixeira Mendes (1891-98). Posteriormente, foi mencionado nos anos 30 como “irmão Benemérito falecido”, pela Mesa da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia.



Pfromm Netto, Samuel, 1932-2012. Dicionário de Piracicabanos / Samuel Pfromm Netto. — 1. ed. — São Paulo : PNA, 2013.